quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

E no Banco Imobiliário...

RECORDES

Henrique 12.900.000
Abraão 8.883.000
Henrique 8.603.000
Thâmara 7.000.000
Vâmylla 6.850.000
Henrique 5.789.000
Thâmara 5.450.000
Estevão 2.464.000
Henrique 2.300.000
Estevão 2.000.045

O começo.


14 de Novembro de 2010 – 01:38

      Há algum tempo eu quero escrever algo legal para alguém ler, descidi que escreveria sobre eu e meus amigos, assim terão alguma de minhas lembranças registradas e não mais as esqueceriam ou vai ver eu quero dizer algumas coisas para eles e não tenho vontade de falar cara-a-cara. Desculpem os erros de português, eu fui reprovado 3 vezes nessa matéria, mas graças as reprovações eu conheci vocês, um preço justo a se pagar; muitas das memórias estão de forma aleatória e não temporal como diria Aldeyr, desculpem minha mente velha e cansada.

      Ano complicado para todo mundo, desde o segundo ano a pressão sobre vestibulares e Enem vem sendo grande demais para todos nós, em 2009 foi roubado a prova e foi retirado o vestibular para 1º e 2º ano, o que torna tudo difícil demais para quem nunca fez um, a falta de experiência, insegurança, medo, tudo isso torna com que essa prova seja a mais importante de sua adolescência.
      Há 8 anos eu entrei para o Colégio Panorama, todo mundo lá falava em vestibular, professores falavam sobre isso direto, meu irmão estava em ano de vestibular e tudo isso para mim era o mesmo que nada, eu ainda tinha 12 anos e não ligava para muita coisa não, comecei a ler livros com essa idades, poucos no começo, mas fui pegando gosto pela leitura e lendo livros mais difíceis e longos, não sei como eu também desenvolvi aptidão para a matemática, só aprendi a dividir e multiplicar na segunda 4ª serie, foi bem complicado para mim quando fui para escolar particular, a coisa lá era seria e eu nunca tinha ouvido falar de muita coisa que o professor estava falando, o tempo foi passando e as reprovações foram vindo até que veio a ultima em 2006 no Colégio Panorama, eu sairia de lá com duas reprovações em 4 anos, fui para o Álvaro Gaudêncio, lá eu conheci a segunda mulher mais especial de toda minha vida, Maiane Adrielly.
      Ela me mostrou um lado que eu não conhecia, eu sempre fui meio bruto como diria Estevão e Iélison, olha que não foi fácil não viu, essa garota incrível ainda namora comigo até hoje, Amo-Te Maiane.
      No ano seguinte, em 2008, cheguei à escola onde meus melhores amigos, Colégio Alice Coutinho. Não queria estudar lá de forma nenhuma, sempre ouvi falar que a escola era muito ruim, não tinha que prestasse e a diretora era muito chata, o que de fato se confirmou em alguns momentos, fui estudar lá, visando uma melhor escola para o vestibular, primeiro dia de aula em uma turma com mais de 50 alunos foi tensa, só conhecia meu irmão que agora estudava comigo, tínhamos ótimos professores e logo de cara fiz amizade com uma menina muito legal, tinha Thâmara e Henrique que sentavam perto de nós, acho que no sétimo dia de aula eles estavam pedindo nossa ajuda em Química de Darlan, eu achei tão estranho, eles eram tão esperto e pedindo ajuda para mim e Estevão, fiquei me achando. Tinha também Gabi, baixinha e com uma voz bem fina, mostrou um verdadeiro coração aberto para os novatos, foi bem fácil a adaptação, para falar a verdade, eu não lembro qual foi minha primeira amizade, mas foram muitas e algumas mais especiais do que outras; tive o apoio deles em muitos momentos como da vez que terminei com Maiane e me ajudaram na campanha, Ele te Ama, e o cara que me ajudou demais nisso foi à amizade que mais me marcou nesse ano foi a de Marcos Jordão, O Mago.
      Ele é um nerd muito legal, gostava de ficar perto dele na aula de filosofia somente para falar besteira, mas algumas vezes as coisas ficavam até serias, foi nesse ritmo que fiz a amizade que mais sinto saudades hoje, foram dias divertidíssimos comentando livros lidos, sendo doutor da alegria, jogando vôlei e vendo o cara imitar uma gazela na hora de sacar, ainda tenho a cena do campeonato de handball na cabeça, ela é como um filme emocionante para mim, disputar com ele quem tinha mais nota legal era complicado, fomos para muitas finais, passávamos tardes aqui em casa estudando e lendo o material da escola. Teve uma vez que estava sentado no jardim brincando com Raika e chega Marcos todo suado e mais branco do que ele já é: “Negããooo, abre o portão logo que eles estão vindoo aiii”, ele acabará de passar por uma tentativa de assalto, acho que nunca ri tanto da cara dele, dava tudo para ver um cara de 1,85m correndo feito um louco pelas ruas das Malvinas fugindo de alguns ladrões, dias muito felizes esses, é o cara que eu mais sinto saudades mesmo, fazer campanha para ele vir morar em Campina novamente, saudades...

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